"O tempo é o Deus que come os próprios filhos."
22 de fevereiro de 2013
21 de fevereiro de 2013
Porcos, Feios e Maus
Somos dois animais famintos aninhados naquele canto comum ao relento e ao toque-toque senti-mo-nos quentes. Tem cuidado... Que gosto mesmo e sou faminta. Até penso que seja faminta de ti. Quanto mais me dás mais te quero. Quanto mais te quero menos me rejeitado és. És a minha refeição predilecta. Sou o teu lobo mau em pele de cordeiro manso. De nariz arrebitado e com mau feitio. E, tu és o meu cabrão de sorriso de mel e de carácter atrevido mas... foda-se, adoro os teus apalpões no meu rabo e os teus puxões de cabelo suaves. As tuas trincas nas minhas orelhas. Os teus suspiros no meu ouvido. O teus defeitos incrustados no meu feitio.
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