Mongolóides, existem aos molhes, és tu que escolhes.
17 de abril de 2013
14 de abril de 2013
Ponto final.
Nunca sabemos ao certo o que é ter Alma. O que é sentir. Saberemos, apenas, as palavras de cor - o amor, a dor, o prazer, o desejo. Ou, então, tudo posto na mesma mesa juntamente com o wisky e os cigarros. Só saberemos cair numa cama e reconhecer que estamos enfeitiçados por um perfume. Um sabor. Um toque no cabelo. Ou, se por um lado, estamos reticentes quanto a Vida e isso reflecte-se nas pessoas. «Ser Humano não é ser divino, é doentio.» Porque somos a pior escumalha nas bordas de um Mundo que por si se sente sufocado. Que sufocamos por não saber.
11 de abril de 2013
"As piores pessoas dão-nos as melhores memórias."
Triste sabermos que apoiamos pedras em cima dos nossos ombros. E, cérebros vazios no nosso corpo. Ficamos apáticos porque uma memória ficou alojada num dos cantos e essa memória alimenta-se do amor que nunca recebemos. Porque só quem não tem medo de sentir é que tem passado para enfrentar. E, se não soubesse sentir, seria uma pedra. No entanto, gosto de ter pele para sentir as picadas, abraços para sentir calor, lágrimas para lavar a Alma. O que vos trago hoje é o veneno de suspender o fim. Relações começam e acabam... Se o Passado não está no teu Presente é porque algo melhor terão para te deixarem provar o sabor e ficares viciada ao ponto de a ressaca ser contaste? Se é que me entendem, claro. Haverá sempre a derradeira batalha do final. A que decide. Essa batalha não se vai demonstrar. O tempo é muito tempo mas não é o tempo - inimigo da paciência? É. Então, não deixas que a paciência de consuma. Se morreres com histórias mal-contadas, boatos iram acaba-las. Relembra-te que as más línguas falam de ti mas as excitantes percorrem o teu corpo.
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