5 de maio de 2013

Diva divina

2 comentários:
Entranhei-te as veias de amor. Nunca pensei que fosse capaz ao invés soube-me bem demais saber ser capaz. Saltei-te para os braços sem medo de cair. Surpresas das surpresas senti-me embalada e a levitar. Olhei no profundo dos teus olhos verdes e nos meus castanhos escorriam amor por observar tão bela arte. Uma arte de onde nasci. Agora, mãe, és a culpada de querer tatuar no peito que as tristezas não pagam dívidas.

4 de maio de 2013

A entrada a mau Karma

1 comentário:
As regras não foram feitas para serem quebradas.
Foram feitas para contornar arestas agressivas que nos magoam os cantos da pele. O espelho diz-nos que somos meio-termo. Metade erro, metade lição. E, na verdade isso é o que faz de nós insanos. Aprendizes de uma história gatafunhada e bandida. Humanos com diferentes armas. Umas com balas, outras com vida. Mata-mo-nos não porque assim queremos. Desliga-mo-nos das raízes profundas do sentimento. Só encaramos que temos novos dias pelo o Sol a espreitar feito clandestino pelos trinchos da janela. 

3 de maio de 2013

Chapadas de luva branca

1 comentário:
Os amores são fodidos. Desfrutamos de euforia. Tentações explicitas. Ao invés consoante o tempo a submissão fortalece. Ignoramos os limites porque sentimentos para além dos nossos limites. Moldar o juízo em torno de sentimentos é insano. Esquece-mo nos dos valores interiores. E, nisto nos jogos do Amor o nosso maior erro é a nossa maior lição.