A medida que o tempo foi cobarde e quis correr a velocidade da luz ganhei forças para ser selvagem. Sinto-me leve. Juro ser mais leve que uma pena e possui-o garras de leão. E, o tempo pode ser cobarde no entanto nada me atinge. Sinto-me bem. Todos aqueles que fazem parte de mim sustentam uma respiração forte e vivem as suas custas e a sua maneira. Os meus sentidos estão alinhados e a minha carne fresca. Nada me impede de nada. Nós só precisamos de nós.
6 de julho de 2013
1 de julho de 2013
O fogo que aquece
Não sei ser sensível. Não sou sensível. Mas, sei pedir desculpas se uma maneira agressiva porque não existem maneiras sinceras de o fazer. Não sei gostar. Nem sei se chego a saber se gosto.
28 de junho de 2013
Tu achas que não me conheço. Cada falha e cada erro. Cada história que as minhas veias conduzem. Tu insistes em querer quebrar-me a cara com tudo aquilo que insistes em dizer-me que desconheço. Talvez te estejas tu a convencer disso porque as pessoas têm medo de pessoas. Mas, não te esqueças que quem somos, não importa. E, se existe alguém que não se conhece a si próprio, não sou eu porque mesmo que não me conheça, vivo bem com isso.
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