Não se passa nada e passa-se tudo. Leve e pesado. Cheio e vazio. Que me fodam ou fodam-se.
19 de julho de 2013
13 de julho de 2013
EA GAMES
Quem dorme de corações quebrados com sorrisos de palhaços tristes? A rua enche-se de clones com conceitos, cartazes de cores eléctricas que te ferem as estrelas lunáticas que crescem de ti. Finges mas tudo o que é e não é são passos silenciosos com cores a saltearem as peles que deixassem que te picassem. Algo de novo, por favor. Vens por ali? Não, vou por aqui. Rasgam o vento, preferem ficar com os pés sangrentos. Machados, tratados e abismos para mastigar obstáculos. É tudo um conceito. Enjoas as carnes, mudas o beat. O repeat. Faz pausa! Espelhos colados na testa. Sou desdentada, não olhes. Sou um susto pequeno em comparação a monstruosidade que escondes dentro de ti. Gostas de palhaços? Se não... Então, que andas a fazer a passear neste cubículo belo e não amarelo? O roncar dos dias a passar. Tu ouves. Andar sempre de cabeça
Cortada.
Ensopada.
Desviada.
Triturada.
Enraivecida.
Olha, ficas-te quadrado.
♻ ♼ ♽
♻ ♼ ♽
O cúbiculo belo e amarelo cortado, ensopado, desviado, triturado, enraivecido. E, outras coisas tantas acabadas em do. Não percebes que é só um dó li ta. Raio-X porque a procura de cenas platónicas, baseia. Campos minados. Sorrisos feitos de ciumento? Já sei o que vem aí... Copias! Bomba! Bomba! Quê? Calma na pequena alma. Na certa assim, é a morte da artista. Chicas espertas a darem de surra a proclamarem que são cópias, atrás de cópias e cópias. E, se não me considerar uma cópia... Vais-me bater? Chamam-te campo minado e quinas para o lado de desmaio por verdades simples. A artista daqui, nunca vai morrer.
7 de julho de 2013
A moca de jolinhas fresquinhas
Se é dificil ser o que o sou? Não sei porque nunca me perguntei o que sou. Uns dizem que sou do caralho, outros mandam-me para o caralho. Aqueles que vidram no meu olhar cego nunca me esquecem, aqueles que me olham de lado nunca me conhecem. Sempre disse para não julgar o cu pela capa porque o cu é pequeno mas a atitude fode com qualquer um. Fodo a minha cabeça e fodo a dos outros. Vivo a vida a brincar, percebem? Esqueci quem nunca me esqueceu mas quem nunca me amou e hoje rio-me feita cabra porque me sabe bem ter perdido todo o valor quando reparo que nunca valor tiveram. Não largaria nada por ninguém mas queimaria as minhas peles por poucos e aquilo que tenho de melhor é apenas esperar que tenham esperança de me comer as papas da cabeça mas quem fica em sopas são os que tentam. Decifrar-me, só se eu quiser. Quem manda em mim não são os outros. Seus rebanhos nojentos. Quem manda em mim, sou eu. Eu. Inferno de todos os males para alguns. O céu reservado para poucos.
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