22 de julho de 2013

Humanos Desumanos I

2 comentários:
Não me dês mais peças de puzzles soltas. Mais labirintos por resolver. Mais monstros na minha cabeça para matar a sangue frio como se esses não me completassem. Se fores capaz enrola-me joints e dá-me amor. 

21 de julho de 2013

asfixiante

3 comentários:
Tudo tem uma razão de ser?

19 de julho de 2013

Pokaralho

1 comentário:
Não consigo dormir. Juro que quando fecho os olhos, cego totalmente e bato com cornos na parede mas quando os abro, dissipou-se tudo, até a coragem para o fazer. Se fosse no tempo certo, se o mundo não fosse cão. Não me afundo. Porém, o chão apodrece e não sei quantas furos são. Onde estão. Como os tapar. A sensação de ter a pele toda picada. Estar dorida não sei onde. É esta a palavra que pressiona. O não saber. O não saber o quanto negro o historial é. Não ando a fazer sentido. Evito ir buscar o papel para evitar escrever estas merdas como se um mais um desse dois... Para mim nas sequências da minha mente o resultado é quatro ou não é nada. Talvez seja do café constante que bebo. Talvez seja da merdas das desculpas que arranjei para não sentir e quando sinto é isto sem sentido. Importam-se de me dar as peças do puzzle de graça? Não se reside mais paciência para aturar a minha própria sanidade a gritar. As pessoas não sabem lidar com as escolhas que fazem. Não escolhi. Mas, sei que nunca me irei perdoar pelas oportunidades que sei que perdi. Foram tantas pessoas a foder-me que aprendi a deixar de sentir. Agora que sei o truque de trás pra frente e de frente pra trás, quero esquece-lo. Saber ser mil sensações deve ser mágico. Como um truque de cartas inocente. Ao invés de ser o poker que quer tudo e nada. E, a sorte abala qualquer aposta.