21 de agosto de 2013

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És um cabrão mas curto de ti. É só esse o problema. No entanto, juro aqui perante a minha escrita que é tudo o que tenho que se te fores embora, jamais voltarás. 

17 de agosto de 2013

o clima de satisfação

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Sinto-te inexplicavelmente. Persigo a tua carne como uma loba faminta de olhar embriagado e refugio-me nas tuas comparecências selvagens. Cravo-te as unhas, exiges mais intenso e os teus sentidos entram em alerta pela bomba que armadilhamos. Cada canto teu é um segredo. Um segredo bonito. Enrola as tuas pernas as minhas. Tenta-me, puxa-me contra ti e acende-me as intenções como se fosse um paiva. Sente-me levitada. Meu cabrãozinho bonito mina-me a mente com loucura. Morde cada canto dos meus aposentos e beija-me os ombros como só tu sabes beijar. Dá-me esse sorriso atrevido que me estremece o juízo. Respeita-mos o sangue que temos no pulso. Os nossos sextos sentidos sentem o nosso encaixe perfeito. Gabo-me. Rio-me. Acordo com um beijo quente nos meus lábios secos. Paixão?

16 de agosto de 2013

uma série policial chamada vida

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∞ Ω 

Infinito. Morte. Fim.