18 de novembro de 2013

a procura da perfeita repetição

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Caricias e malicias pela noite dentro. Kayas e manhas. Colados tipo mortalha, sem vergonhas ou pudores. Os nossos corpos amam-se. Completam-se. As nossas mentes equilibram-se. Conhecemos os sabores de cor, os tesouros e as lágrimas. Ajuda-mo-nos, crescemos e o que me dá uma tesão incrivel é como um Homem está disfarçado na cara de um puto. Um sorriso que me mata. Uma euforia quando vejo aqueles olhos colados nos meus. Feedbacks positivos. É por nós. Inexplicável como nos esquecemos do Mundo. É saboroso saber que por muitas vezes que batemos com os cornos parede, se batermos com motivação, as cenas sucedessem porque o tempo sorri, se tu sorrires. O meu sexto sentido sempre segui-o aquele fundamento de quem não arrisca, não petisca. Adoro o strip tease que fazes com a minha mente, com o meu corpo, com a minha alma, com o meu espírito. Levita-me. Sinto-me uma mulher do caralho no topo da Lua a fumar um kachucho e ao meu lado tenho o meu chabalo por quem esperei. Com quem conversei. Com quem fumei. Com quem tive a minha primeira noite de amor e depois se tornou um vício tão suave. Sempre perguntei: Vamos fumar um kachucho pendurados na Lua? Porque, ya, o ceu é infinito então imagina a vista lá de cima. Agora, tenho a minha própria Lua. Uma galáxia de acontecimentos que me estão a tornar numa pessoa humana.


Vou dormir contigo, hoje?

15 de novembro de 2013

o verbo era és. hoje é somos.

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Levita-me. Intensamente nós, um para o outro, somos aquilo que nunca esperávamos ser. Porque, um dia, quem me contasse esta história que é nossa, ria-me feita louca que sou e com certeza iria dizer que nada disto fazia sentido. Porém, faz. Faz sentido à minha maneira porque se não fosse a minha maneira e esse jeito atrevido de seres comigo o que não és nem nunca foste com outras nada teria crescido. Porém, cresceu. Apalpas-me no meio da calçada que tanto piso. Esse quarto, esse corpo e esse sorriso de cabrão atrevido sabem-me de cor não é? Então, para que sabias que toda eu te sei de cor. Mais do que alguma vez pensei em saber de cor alguém. E, se já cometi riscos, tu foste o maior. E, se gosto de riscar, tu irás ser pintado. Ama ou deixa. Fode ou sai de cima. Não saíste de cima. Fodeste com muita convicção. Adoro ouvir o meu nome cravado nos teus lábios. Foi fodido para te conquistar e quanto mais fodido fica mas me dá gana de te amarrar a cama, ao peito, ao calor e aos afins. Não preciso de ti porque sobrevivi sem companhia durante todos estes tempos mas não preciso de ficar sem ti porque, sabe bem, saber que tu és o próprio a querer ficar. Então, fica. Me esquenta. Me ama. Me fode. Me condena. Me faz e me desfaz. Meu chinoca. 

 - Tu és tu - Disse ele numa noite em que batia muito frio. 

9 de novembro de 2013

estado do espirito :)

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Vazia mas de pé. Não insultes a minha inteligência. Pará com isso. Inventa histórias e agora olha o desperdício. Não nego. As cartas ficaram na mesa. Gostas de mim à tua maneira e se a tua maneira não me chega no que é que ficamos? Não ficamos, ya, vamos ficando. Senta-te e fala. Não tem protecção a prova de bala mas quero ouvir-te, sentir-te e expressar-te. Se não te expressas e não me falas ao ouvido como podemos nós ser a nossa única arte? O teu silêncio deixou de me cansar. Não me afectas com o teu desespero. Simplesmente, não. E, simplesmente, ao dizer-te isto só me pedes desculpa? Tou-me a cagar para tuas desculpas. Ama-me ou deixa. Não é dificil. As pessoas são livres. Para além de ti, do nosso fairplay, das nossas tentações, cheiros e sabores tenho vida lá fora. E, tu com esses desvios otários fazes-me ficar parada. Se não queres viver comigo, deixa-me viver, foda-se. Deixa-me. Queres deixar, não suspires, nem penses, deixa. Não te atendo mais nenhuma chamada. Aquela conversa foi a última que tivemos. Ya, as minhas palavras esgotaram-se. Para, escuta e olha. Amor com amor se paga e se não me pagas, que queres que te faça?