16 de fevereiro de 2014

tá fora de questão

2 comentários:
Não mudo por eles. Nah. Não mudo por ti. Nem que isso te faça mais feliz. Sou excita-me, tequilla sunrise e mais algumas cenas.
La la la la la, mudar só para te agradar? É algo que nunca vais presenciar. É contra a minha natureza e não vou lutar contra a razão... É isso, meu amor, está fora de questão. A sensação de fechar os meus olhos e minha vida vir-me a memória como orgasmos mentais espontâneos. É sinal que vivi. E, todas as vezes que venho escrever, a minha caneta chora, o meu papel absorve, as frases imploram... Escreve isto agora e talvez um dia tenhas coragem para dizê-lo porque ao menos já está escrevi...

Directamente do meu interior pras linhas da minha mixórdia. Eu sei que sou um clima agitado... Tu ficas fodido porque giro pela cidade. Tu falas-me de qualidade como se as vezes quisesses fazer-me sentir como se não valesse nada. Incontestável. Porque sou uma trip juvenil. Sou assim. Não mudo por eles que são eles, não mudo por ti.

As minhas fugas estragam-te as festas? Sou mal criada porque saio do hospício para viver com a vagabundagem. Népia, vou tomar um café, fumar esse e meter três dedos de conversa. Tu precisas de dois palmos de testa para me fazeres sentir como se não valesse nada. Porque quando te faço a cama, deitas-te nela. E, vens tocar-me na pele...

12 de fevereiro de 2014

hoje o que hoje em dia é não é bem assim

1 comentário:
A vida é um risco carnal. A tua permitividade mesmo que seja feita de boa vontade pode ser traduzida por falta de carácter e vice-versa. Hoje o que hoje em dia é não é bem assim. A lógica das cenas não está certa. Sabemos disso quando ultrapassamos a nossa rotina e ao longo dela passam-se e desfazem-se acontecimentos de uma descrição que não tem descrição. O meu mundo chama-se não sei. Não sei não de não saber. Mas, não sei de não saber o suposto lá fora. Cá dentro as pessoas dão-se bem e quando não se dão apenas não se cruzam. Evita imensas merdas. E, o tempo cinza-rato em dias bacanos.

11 de fevereiro de 2014

um ponto grande e negro

1 comentário:

Não vou comprar qualquer tipo de guerra contigo. Não abdicaria de deixar de plantar flores simples no meu jardim para plantar bombas ainda que tenha uma certa vontade de o fazer porque realmente tu fervilhas cada poro da minha pele. Apetites incontroláveis de fúria que me sobem pela espinha acima. Só eu sei quantas vezes tenho que respirar fundo quando penso só cruzar-me apenas com a tua sombra. Só de me lembrar da cor do teu cabelo. Não deixa de ser bom, nem mau. Já sei que definitivamente nunca iremos condizer. Nem um bocadinho inho. Simplesmente, não funciona. É assim... É nulo. Um ponto grande e negro posto a um canto que não interessa a ninguém. Faz-me um favor e encara-me assim. Como um ponto grande e negro posto a um canto que não interessa a ninguém. Ou, então, simplesmente encara-me.