7 de novembro de 2012

copos cheios, corações vazios


Desistir não inclui deixar de amar. E, por vezes, esse é o maior dos nossos problemas.

5 comentários:

s. disse...

sem dúvida!

s. disse...

oh obrigada, a sério! (:

mary disse...

exatamente. olha, esse ano tem a ver mesmo com este post... aliás, quem desiste não é fraco pq quando se gosta, é preciso mesmo muuuita força para desistir!

Ade disse...

prefiro não dizer que se desistiu mas que se deixou ir algo que nos fazia mal. Por vezes, temos de ter a coragem suficiente para seguir com a nossa vida, sem colocar pontos finais. Simplesmente vírgulos, porque um dia, quem sabe, o que outrora vivemos volte numa forma ainda melhor do que a que outrora se viveu. Desistir é uma palavra muito forte. É como a palavra adeus.

jess disse...

que amor, obrigada :)

se aqui falas de uma relação digo-te que às vezes há que, não digo desistir, mas deixar de tentar, dar espaço e tempo para as pessoas crescerem (tanto a outra pessoa como nós próprias). pensar um pouco mais em nós e no que nos faz bem. se o amor existir, ele há-de vir ao de cima. se não existir, então por mais que custe, não vale a pena insistir. já passei por isso (por ambos os casos. às vezes pensamos que é amor e não é... sinto-me eternamente grata por não ter ficado presa a certos desamores e ter oportunidade de sentir algo verdadeiro) e agora acredito que o amor move montanhas :)