27 de agosto de 2012

puzzles na prateleira

Agora, reconheço que não virava o meu Mundo ao contrário para te ter de volta umas horas. Que as Saudades e as memórias que tomei como remédio todos os dias foram necessárias. Que as nossas fotografias penduradas na parede iram permanecer no mesmo sítio a ganhar pó consoante o tempo passa. Das vezes que olhei para trás, tu sabias e não fizeste nada. O silêncio que se manifestou que tu sabias que me incomodava.  Que o teu nome é como uma tatuagem de sangue. Está cravada no peito. Queria que morresses mas não te consigo matar. Somos estranhas com memórias que se cruzam todos os dias como puzzles que se encaixam na perfeição mas que no entanto ninguém gasta uns tempos a monta-los. Até quando...

13 comentários:

Afonso disse...

obrigado, é isso que preciso de ouvir (:

Afonso disse...

também espero !
adoro este texto

Afonso disse...
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Afonso disse...
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lu de lúcia disse...

bem, o teu blogue ficou demais assim. como conseguiste?
adorei a tua escrita!

Afonso disse...

obrigado, a sério. e se precisares também estou aqui (:

Afonso disse...

qual é o teu nome ?

Afonso disse...

do porto ? (:

Afonso disse...

vou para lá em setembro (:

lu de lúcia disse...

e eu identifico-me ao máximo com isto. podia ser eu a escrever isto, mas tu sim, és realmente especial para o fazeres, adoro tudo o que aqui escreveste, cada mas CADA palavra :$ tudo tem uma significado verdadeiro e intimo.

lu de lúcia disse...

é verdade. é tãooo bonito :/

lu de lúcia disse...

porquê fofinha?

lu de lúcia disse...

se tu o dizes. e isso é para quando? não gostas mais do anonimato?